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O Cristão Pensa
 


Mudanças e política

Faz seis meses que postei meu último tópico. Muita coisa mudou em minha vida pessoal desde então. Para resumir mudei de casa, de trabalho, de cidade, estado, de país. Admito que tenho encontrado uma certa dificuldade em encontrar tempo para escrever, principalmente agora que estou longe da família e com uma menina de quase dois anos e que toma conta quase que integralmente do meu tempo.

Não podia deixar porém de aproveitar a oportunidade e levantar a questão dos deputados evangélicos acusados de fazer parte de um sistema corrupto de cobrança de propina em troca de ambulâncias. Só por curiosidade, desde quando o trabalho do nosso legislativo passou a ser distribuir verbas, com ou sem propinas? Desculpem minha ingênuidade, mas eu pensava que o legislativo devia legislar.

Como a história do deputado estadual que conseguiu aprovar uma lei estabelecendo o teste da "orelhinha" para todos os recém nascidos e que ouviu das autoridades que infelizmente isso não era uma prioridade. Quais são as nossas prioridades? Fomos criados para o louvor da Sua glória, para a honra de Seu nome. Mas o que vemos é o nome de Deus ser motivo de chacota devido a supostos "cristãos" que ocupam cargos públicos.

Por outro lado em uma festa de aniversário recente ouvia uma parente relativamente distante reclamar que um deputado conhecido meu não havia conseguido uma bolsa na faculdade para a filha dela. Reclamava e dizia que não votaria mais nele. Volto a questão, eles não deviam estar lá para legislar? Quem determinou que deputados devem ser uma fonte de ajuda constante para seus eleitores? Talvez aí esteja a semente da corrupção, no coração de cada eleitor.

Somos culpados, todos nós, por difamar o nome de Deus. São culpados os que pedem ajuda, são culpados os que se deixam corromper, os que se colocam em posição de serem acusados de corrupção, os que escolhem um candidato como "representante" da igreja e os que votam nesse candidato.



Escrito por Priscila Oliveira às 15h11
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Duas Igrejas

Eu e meu marido conversávamos neste fim de semana com uma amiga e entre um e outro comentário citamos a dificuldade de encontrar cristãos com os quais podemos discutir temas polêmicos. A igreja, nós chegamos à conclusão, está ficando cada vez mais “mística”. O povo quer bênçãos, quer “sentir a presença de Deus”, quer entrar em hipnose coletiva, pular e cantar como num desfile de escolas de samba, mas não querem estudar a palavra.

Preguei no último domingo de janeiro dizendo que “fé é a certeza de que Deus fará o que é correto e não o que queremos”, e enquanto orava pelo povo ouvi irmãos que me diziam que Deus promete que nosso dízimo será maior a cada mês. A teologia da prosperidade invadiu nossos templos e ainda que não a divulguemos não há nada que possamos fazer para repeli-la.

Minha tia sempre diz que estamos no fim dos tempos e que duas igrejas estão sendo preparadas: a que subirá com Cristo e a que ficará para servir ao anti-Cristo. Quer uma previsão? Leia 2 Timóteo 3:1-5.

“Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes.” (NVI)

 



Escrito por Priscila Oliveira às 23h06
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Senhorio

Chamou-me a atenção na quarta-feira a frase do deputado Chico Alencar (PSOL), relator do processo de cassação de Wanderval Santos (PL), o que recebeu R$ 150 mil das contas de Marcos Valério: “O Senhor é meu pastor e nada me faltará, diz o texto bíblico, mas para o deputado o pastor é meu senhor.” Wanderval baseia sua defesa no fato de que o dinheiro teria sido enviado ao ex-deputado e ex-bispo da Igreja Universal Carlos Rodrigues e que seu mandato pertenceria à igreja.

A história ilustra um dos motivos da minha aversão à mistura entre igreja e política. Não sou contra cristãos na política – quisera Deus que todos nossos vereadores, deputados, senadores e membros do executivo aceitassem a Cristo como seu salvador – sou contra a igreja como instituição religiosa eleger seus representantes para “defenderem os interesses da denominação”.

O parlamentar é eleito para defender o povo brasileiro e seu mandato pertence ao povo. Já se disse que o poder na democracia emana do povo e deve ser exercido pelo povo e para o povo. O resultado dessa idéia de que o deputado é eleito para ajudar a igreja é uma fila interminável de pastores que não param de pedir “ajuda” aos políticos, de ônibus para eventos a mensalidades de faculdades.

Mas permita-me espiritualizar o noticiário político e seguir no tema de senhorio: Quem tem sido o seu senhor? Pois Deus só será o seu pastor quando você permitir que Ele seja seu senhor e só então nada lhe faltará. Você só verá verdes pastos e águas tranqüilas quando se deixar guiar.



Escrito por Priscila Oliveira às 16h19
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Interatividade

Há algumas semanas estive estudando um texto em espanhol sobre jornalismo online. Segundo o autor os webjornalistas ainda não aprenderam a aproveitar uma das mais importantes características da internet que é a de ser uma mídia interativa. Meu primeiro pensamento foi sobre como eu gostaria que este blog fosse mais interativo, já que minha idéia inicial era receber dos internautas textos, críticas e argumentações.

Mas não é essa interatividade a mais importante, há outra da qual toda a igreja costuma se esquecer. Me refiro à interatividade entre o cristão e Deus. O que devia ser uma conversa (nossas oração) normalmente se resume a uma lista de pedidos e ao invés de uma relação bilateral de troca apenas Deus dá, nós nos limitamos a cuidar de nossas vidas e pedir cada vez mais.

Lembro agora de uma frase da fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular, Aimee Semple McPherson, que muito me marcou: “Devemos viver como se Cristo fosse voltar amanhã e trabalhar como se ele fosse voltar daqui há mil anos.” Temos vivido como se ele fosse voltar daqui há mil anos, deixando para depois os acertos que temos que fazer em nosso caráter e, como se ele fosse voltar amanhã e não houvesse tempo para nada, muitas vezes não trabalhamos.

Experimente interagir com Deus. Em suas orações tire um tempo para esperar em silêncio e ouça a voz de Deus. Para cada pedido que fizer, inclua um agradecimento. Para cada pedido pessoal, lembre-se de pedir por alguém. Separe também tempo para trabalhar na obra de Deus, converse com seu pastor, tenho certeza que sua igreja local precisa de você. Lembre-se, o maior presente que você pode dar a Deus depois de seu coração é o seu tempo.



Escrito por Priscila Oliveira às 20h12
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Não Roubarás

Nestas últimas semanas um tópico bastante controverso chamou minha atenção. Um tipo particular de roubo que parece não incomodar nossa consciência: a pirataria.

Não é preciso ir muito longe para encontrar cristãos que adquiriram produtos piratas ou comprados sem nota fiscal. A justificativa é normalmente a mesma: o preço abusivo dos softwares, cds, dvds e produtos originais e “legais”. Interessante notar que carros também têm um preço abusivo e no entanto não vemos cristãos defendendo o assalto às concessionárias de veículos. Qual será a diferença?

Talvez o fato de que pagamos algo pelo produto pirata sirva para silenciar nossa consciência. Ajuda também o fato da pirataria ser tão disseminada e a impunidade quase certa. Mas é nossa obrigação lembrar que nenhum destes fatores muda o fato do ato ser pecaminoso.

O ser humano tem grande dificuldade em lidar com sua ganância. Cobiçamos as coisas que vemos e desejamos ter tudo que nos agrada, mas na maioria das vezes essas coisas não são essenciais à nossa sobrevivência. A promessa divina do Salmo 37:25 se limita ao justo não mendigar o pão, Deus nunca nos prometeu dar tudo que quisermos, e muito menos de forma ilícita.

O grande perigo de tudo isso é a abertura de brechas. O filho de Deus é salvo por crer no Senhor Jesus Cristo, nossa salvação é certa, mas uma vida de pecado leva à abertura de brechas que nos tornam vulneráveis. A convivência com o erro nos torna insensíveis ao Espírito Santo, silencia nossa consciência e atrofia nosso espírito.

“Sede Santos, como eu sou santo”... ninguém disse que seria fácil, mas se Ele venceu o mundo, nós também podemos.



Escrito por Priscila Oliveira às 16h37
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Escolhendo frutificar

Sempre falamos sobre os frutos do espírito como algo que acontecem naturalmente na vida daqueles que aceitam a Cristo e (para os pentecostais) são batizados com o Espírito Santo, mas é comum observarmos que mesmo em nossas vidas os nove itens mencionados em Gálatas não são sempre uma realidade.

Vivo em uma chácara e sei que nem todas as árvores frutíferas dão frutos todos os anos e que muitas vezes seus frutos simplesmente não amadurecem. Um texto de Max Lucado que li na passagem de ano me fez pensar que os frutos do Espírito precisem ser cultivados diariamente para crescerem. Talvez não seja algo tão natural, mas sim uma escolha que fazemos diariamente, para que o espírito tenha domínio sobre a carne.

 

“Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.” – Gálatas 5:22 e 23 (NVI)

 

Eu Escolho

(Max Lucado – do livro Grace for the Moment – tradução pessoal)

 

Eu escolho o amor...

Nenhuma ocasião justifica o ódio, nenhuma injustiça garante amargura. Eu escolho o amor. Hoje eu amarei a Deus e ao que Deus ama.

 

Eu escolho a alegria...

Eu convidarei meu Deus para ser o Deus da circunstância. Eu recusarei a tentação de ser cínico... a ferramenta daqueles de pensamento preguiçoso. Eu me negarei a ver as pessoas como qualquer coisa menor que seres humanos, criados por Deus. Eu não aceitarei ver qualquer problema como algo menos que uma oportunidade para ver a Deus.

 

Eu escolho a paz...

Eu viverei o perdão. Eu perdoarei para que possa viver.

 

Eu escolho a paciência...

Eu passarei por cima das inconveniências do mundo. Ao invés de amaldiçoar aquele que tira meu lugar, eu o convidarei a fazê-lo. No lugar de reclamar que a espera é muito longa, eu agradecerei a Deus por um momento para orar. Ao invés de cerrar meu pulso frente a novas obrigações, eu as enfrentarei com alegria e coragem.

 

Eu escolho a amabilidade...

Eu serei amável para com os pobres, pois eles são solitários. Amável para com os ricos, pois eles têm medo. E amável para com aqueles que não são amáveis, pois foi assim que Deus me tratou.

 

Eu escolho a bondade...

Eu ficarei sem uma moeda antes de aceitar dinheiro desonesto. Eu serei humilhado antes de me gabar. Eu confessarei antes de acusar. Eu escolho a bondade.

 

Eu escolho a fidelidade...

Hoje eu manterei minhas promessas. Meus devedores não se arrependerão de sua confiança. Meus sócios não questionarão minha palavra. Minha mulher não questionará meu amor. E meus filhos nunca terão medo de que seu pai não volte para casa.

 

Eu escolho a mansidão...

Nada é ganho pela força. Eu escolho ser manso. Se eu levantar minha voz, que seja apenas em louvor. Se eu cerrar meu punho, que seja apenas em oração. Se exigir algo, que seja apenas de mim mesmo.

 

Eu escolho o domínio próprio...

Eu sou um ser espiritual... Depois que este corpo estiver morto meu espírito subirá às alturas. Eu me nego a deixar o que irá apodrecer dirigir o que é eterno. Eu escolho o domínio próprio. Eu estarei bêbado apenas de alegria. Serei impetuoso apenas em minha fé. Serei influenciado apenas por Deus. Serei ensinado apenas por Cristo. Eu escolho o domínio próprio.

 

Amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. A estas coisas eu devoto meu dia. Seu for bem sucedido, eu agradecerei. Se falhar, buscarei Sua graça. E então, quando este dia se findar, colocarei minha cabeça sob meu travesseiro e descansarei.



Escrito por Priscila Oliveira às 23h22
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Fazendo o que nos vem à mão

Desde pequena aprendi um princípio bíblico: “Tudo que lhe vier à mão para fazer, faze-o como se fora para Deus.” A palavra tudo é extremamente abrangente, ela vai do limpar uma privada a pregar um sermão para uma multidão. Tento sempre aplicar esta verdade à minha vida, mas admito que muitas vezes não tive muito êxito.

Já ouvi de várias pessoas expressões do tipo: “Vai assim mesmo irmã, é pra Jesus.” Esse tipo de coisa me entristece muito. Como me entristeceu essa semana ver o trabalho realizado pela Secretaria Geral de Comunicação da Igreja do Evangelho Quadrangular em seu informativo oficial. Uma revista com encadernação de qualidade, um trabalho de impressão caro e papel de primeira linha mas com texto pobre, diagramação sofrível e inúmeros erros de português.

Meu tio uma vez me disse que na maioria das vezes um trabalho bem feito custa o mesmo que um trabalho mal feito, é tudo uma questão de opção e dedicação. Hoje vejo que esta é mais uma máxima que posso aplicar à minha vida, vou guardá-la ao lado de outra frase que ele costuma repetir: “Se a vida lhe der apenas um limão, faça uma limonada.”

Em agosto de 2002 comecei a trabalhar em uma lanchonete em Londres limpando mesas. Um de meus chefes era muito exigente e de princípio tinha sido contra minha contratação, como resultado ele passava o dia andando atrás de mim e gritando – Mais rápido, mais rápido. Os quatro meses seguintes foram meses nos quais me lembrei muito da figura de José como escravo, com muita oração pedia a benção de Deus e me empenhava em trabalhar para ele e não para meus chefes. No quinto mês eu já havia sido promovida dois postos, chegando ao cargo de supervisora.

Como você tem encarado suas atividades diárias? Você tem dado o melhor de si em tudo? Qual tem sido o seu “melhor para Deus”? Encerro esta coluna de hoje com estas questões e com um pedido de perdão por tantos dias sem escrever. Sinal de que eu mesma preciso repensar qual tem sido o meu melhor para o Senhor.

Escrito por Priscila Oliveira às 16h52
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Enxergando com os olhos de Deus

Você concorda com a idéia de que Deus está interessado naquilo que você é e não naquilo que você faz? Eu sou uma forte defensora deste princípio bíblico, mas muitas vezes me vejo caminhando na direção oposta. Este é um dos problemas com princípios. Regras são mais simples, é preciso apenas obedecer, princípios, por sua vez, tem que ser assimilados. Falamos muito em viver para Deus, em deixar nosso velho homem para trás, em abandonar pai e mãe e ir aos confins da terra mas não conseguimos impedir que a mentalidade materialista que rege este mundo nos afete.

Tome por exemplo a seguinte situação: Uma fica pessoa doente e presa à cama, perde o emprego e tem sua vida virada de cabeça para baixo. Nossa reação normal em oração nestas circunstâncias seria dizer “por que Deus?” Temos inculcada em nossa mente a noção de que estar no centro da vontade de Deus tem como resultado uma vida sem problemas e que adversidades são frutos do pecado. Mas tome em consideração três princípios bíblicos:

1)      “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente”. Ele é um Deus real que age e interfere no dia a dia de sua criação na busca por aproximar Dele o homem.

2)      “O Senhor corrige aqueles a quem ama”. Ele interfere em nossas vidas com o objetivo de aprimorar aquilo que somos para “chegarmos à estatura de Cristo”.

3)      “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Não há acaso. Vivemos nosso livre arbítrio e sofremos as conseqüências de nossos atos mas Deus controla todas as circunstâncias, cuidando constantemente dos Seus.

No fundo não conseguimos enxergar nossas vidas com os olhos de Deus, principalmente porque nossos padrões não são celestiais. Ao assimilarmos os princípios bíblicos em nossa vida diária percebemos que Deus pode nos trazer uma doença para que o busquemos quando estamos ocupados demais para orar, pode nos prender a uma cama quando não paramos para ouvir. Ele pode nos tirar o emprego para nos mostrar que Ele é quem nos supre ou pode virar nossas vidas de cabeça para baixo apenas para nos lembrar de que estamos em Suas mãos.

Paulo diz que aprendeu a ser feliz em qualquer circunstância e nos convida a em tudo dar graças, isso vindo de um homem sem casa, família, carro ou previdência que estava constantemente sendo preso e açoitado e que admitia ter um espinho na carne que o acompanhou até o fim. A felicidade do cristão neste mundo só é possível quando assimilamos os princípios bíblicos em sua totalidade e buscamos nos desligar dos padrões materialistas deste mundo de modo a enxergar a vida com os olhos de Deus.

Não é fácil. É um exercício diário. E exige acreditar que a vontade de Deus pode ser não curar, não agir, não dar, pode ser permitir a dor, e ainda assim ser “boa, agradável e perfeita”.



Escrito por Priscila Oliveira às 16h10
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Perda de Audição

Aqueles que já leram alguns dos textos deste blog já ouviram o nome do autor americano Max Lucado. Gosto muito de seus livros e de suas pregações (para aqueles cujo idioma inglês não é um mistério sugiro uma visita ao seu site – http://www.maxlucado.com). Lucado foi missionário no Brasil por vários anos e tive a oportunidade de conhecê-lo numa feira de livreiros e editores cristãos em Atlanta, EUA, em 2001.

Tenho lido um de seus livros ultimamente e uma vez mais me permito traduzir uma pequena porção para meditação:

 

“Era uma vez um homem que ousou desafiar a Deus dizendo: Queima a sarça como fizeste com Moisés, Deus, e eu seguirei. Derrube os muros como fizeste com Josué, Deus, e eu lutarei. Acalme as ondas como fizeste na Galiléia, Deus, e eu ouvirei.

Então o homem sentou-se próximo a uma sarça, perto de um muro, cercado do mar e esperou que Deus falasse.

E Deus ouviu o homem, e Deus respondeu. Ele enviou fogo, não para uma sarça, mas para a igreja. Ele derrubou muralhas, não de tijolos, mas de pecados. Ele acalmou a tempestade, não do mar, mas de uma alma.

E Deus esperou que o homem respondesse. E Ele esperou... e esperou.

Mas como o homem estava olhando para sarças e não para corações, tijolos e não vidas, mares e não almas, ele decidiu que Deus não havia feito nada.

Finalmente ele olhou para Deus e perguntou – Você perdeu seu poder?

E Deus olhou para ele e respondeu – Você perdeu sua audição?”

 

Deus tem falado com a igreja e para conosco de diversas formas, mas nem sempre o escutamos. Muitas vezes acreditamos que a vontade Dele é que façamos determinada coisa e nos esforçamos tanto naquilo que não olhamos para os lados. Isso acontece muito na vida dos líderes cristãos. Tomo a liberdade de salientar a vida dos líderes pois eles normalmente estão mais preocupados em FAZER a vontade de Deus. São eles que tomam iniciativas e decisões e quando temos um trabalho a fazer normalmente nos concentramos naquilo.

Observem que coloquei a palavra “fazer” em letras maiúsculas no parágrafo anterior. Fiz isso para nos lembrar de algo do qual nos esquecemos muito facilmente: Deus não está interessado no que fazemos, mas sim em como vivemos. Sua preocupação é o nosso VIVER diário com Ele, é que sejamos Simplesmente Como Jesus. E os líderes cristãos (volto a eles – e aproveito para salientar que muitos de nós – se bem que nem todos nós - temos um chamado para sermos líderes de alguma forma), por estarem sempre preocupados em FAZER algo para Deus muitas vezes se esquecem de VIVER para Deus.

Como disse no último texto publicado neste blog, muitas vezes tomamos o lugar de Deus e tentamos resolver as coisas. Buscamos ganhar mais dinheiro, fazer mais coisas na igreja, ajudar pessoas necessitadas, eleger um político que nos “defenda” ou ir atrás de alguém que nos “indique” (o famoso “QI”), que tenha influência, mas em todas essas atitudes negamos a vontade de Deus que é que Ele e APENAS Ele, seja a nossa bandeira, o nosso refúgio, o nosso libertador, o nosso provedor, o nosso defensor. É fácil cantar essas coisas num culto de domingo. Que tal começarmos a vivê-las em nosso dia a dia? Que tal pararmos para verdadeiramente escutar o que Deus tem falado?



Escrito por Priscila Oliveira às 00h09
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Mendigos Espirituais

Esta semana discutia com amigos, alguns membros do ministério, a questão do excesso de pedidos de ajuda feitos por igrejas e pastores a toda e qualquer instituição ou pessoa das quais os primeiros creiam poder tirar proveito. Em se tratando da Igreja Quadrangular, superintendências, conselhos estaduais, conselho nacional e políticos, pertencentes à igreja ou não. Ajuda para aluguel, para construção, para compra de terrenos, para pagamento de dívidas, ajuda para nada em específico, mas sempre financeira.

Obviamente ninguém mais liga para o deputado “da igreja” para pedir uma oração, um aconselhamento, um esclarecimento teológico, e ninguém liga para o Conselho Estadual em busca de “conselhos”. Todos querem ajuda: financeira. Um psicólogo precisa de um psicólogo e um pastor precisa de um pastor. A idéia bíblica é que o bispo é o pastor de pastores, daí a idéia de que na igreja quadrangular um pastor é pastoreado por seu superintendente, e os superintendentes pelo Conselho Estadual... mas alguém se lembra do que é pastorear? Temos um ministério desgarrado teológica e educacionalmente – nosso elo de ligação: um estatuto, uma nomeação e uma série de taxas.

Lembramos dos velhos tempos. No início da obra quadrangular no Brasil nossos então chamados “missionários” saíam da Sede na Praça Olavo Bilac com a passagem de ida, e nada mais. Voltavam com uma série de ministérios sólidos e uma bagagem de testemunhos que os sustentaria por uma vida. Por volta dos anos setenta, porém, uma figura nova incluiu pequenas “ajudas”: uma caixa de som, um microfone, talvez uma oferta para a compra de um terreno... A semente estava lançada e certas ervas daninhas, uma vez germinadas, não dão lugar para mais nada.

As Escrituras dizem que “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Mas a verdade é que muitas vezes optamos por nos defendermos sozinhos – mesmo que inconscientemente. A mendicância espiritual ocorre dessa forma, trocamos de provedor, dispensamos o Jeová Jiré. Quando não temos a quem recorrer buscamos a Deus e somos obrigados a exercitar nossa fé, mas se existe uma saída humana, por meio da qual nós possamos assumir o controle da situação, corremos sem titubear. Deus, por sua vez, não “arromba portas e janelas”, ele as abre apenas quando pedimos.

“Viver pela fé” está fora de moda. E isso acontece em nosso ministério e entre os “missionários transculturais” (missionários “cinco estrelas”, como dizia uma amiga minha em Londres), que saem para o campo com rede de colaboradores, cartões de crédito e cartas padrões para pedirem ajuda – financeira – para qualquer cristão (ou não) com condições de dispor de alguns reais. Deixe-me deixar bem claro que creio que devemos colaborar financeiramente para as causas missionárias e somos tremendamente abençoados quando o fazemos, não é essa a questão, a questão é fé, entrega, comprometimento e desligamento.

A cultura brasileira é outro fator que colabora grandemente nesse sentido. Temos uma cultura de mendicância. Desde Getúlio e suas reformas trabalhistas o brasileiro foi acostumado a pedir ao invés de conquistar. Ganhamos vales refeição, transporte, combustível, cesta básica, mas não ganhamos um salário justo para que possamos comprar nossas refeições, pagar nosso transporte ou fazer a compra do mês. Queremos que o governo nos dê saúde gratuita e escolas públicas, mas não exigimos uma remuneração que nos possibilite pagar por serviços de saúde e educacionais.

O resultado disso é a corrupção. Corrupção que começa quando um candidato faz promessas para se eleger e continua quando um trabalhador chega num deputado eleito e lhe pede que pague sua faculdade. É corrupção pastor pedir a um político dinheiro para sua igreja ou a liberação de um terreno embargado – corrupção pois corrompe a essência do que a função de um vereador ou deputado representa: a de legislar para o bem comum. E Deus não trabalha em meio a vasos corrompidos.

“Deus é por nós” e ele é um Deus ciumento (zeloso) – e aí temos mais um princípio do cristianismo. Ele e só Ele deve defender a sua igreja. Não precisamos de intervenções humanas, não precisamos mendigar se somos filhos do rei. A mendicância vicia, ela abala as estruturas emocionais da pessoa, distorce as noções de certo e errado, mas a mendicância espiritual vai além disso – faz com que Deus olhe para nós e diga: “Agora eu só vou fazer algo quando você perceber que é a Mim que deve recorrer.”

Escrito por Priscila Oliveira às 00h04
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Dois temas distintos

Nas madrugadas em que, permitindo-me minha filha (que completa um ano esta semana) e o cansaço, me ponho a escrever enfrento a batalha interna de decidir-me por um tema entre tantos. Hoje a luta foi por demais ferrenha e, proclamado o empate, fui obrigada a sucumbir a abordar dois temas. Perdoem-me a excessiva objetividade e a falta de profundidade em cada um deles mas não quis tornar o texto por muito longo.

Da Igreja e Seu Estatuto

Este blog surgiu da idéia de que nossa indignação pode nos mover em direção à vontade de Deus, sendo assim não pude evitar o tema mais recente a me desconcertar, por mais que minha “segunda consciência” me advertisse a respeito.

Nos últimos anos o estatuto da Igreja Quadrangular passou por uma profunda reforma e nesta semana tive acesso à sua versão mais recente. Visando a brevidade do texto omitirei a crítica jurídica e textual e me aterei a dois trecho ambos no Título IV, conforme transcrição abaixo (o grifo é pessoal):

Capítulo I – Artigo 11 – Item IV:

“A pobreza escravizadora em mundo de abundância é uma grave violação da ordem de Deus, pois, segundo as Escrituras, a causa dos pobres no mundo é a causa dos discípulos de um Deus que a todos quer enriquecer”.

Capítulo III – Artigo 14 – Parágrafo 2o.

“Os membros do Ministério devem manifestar seu apoio aos candidatos oficiais, demonstrando sua fidelidade à Igreja”.

Em resumo, choquei-me ao descobrir elementos da teologia da prosperidade na carta máxima de nossa igreja (“...um Deus que a todos quer enriquecer...”) e ver os membros do ministério cerceados de liberdades políticas, de pensamento e de expressão garantidas pela constituição, obrigados a apoiar publicamente um candidato com o qual podem não concordar, transformando a igreja em nada mais do que um partido político.

De Nossa Vida Diária Com Deus

Como nossa indignação será santa apenas se for fruto de uma vida diária de convivência com Deus, não posso deixar de comentar um texto de Max Lucado que me comoveu. Extraído do livro “Grace For The Moment” da Editora Countryman – a tradução é minha:

“Quando caímos nós podemos fugir do assunto. Nós podemos negar. Nós podemos distorcer o fato. Ou nós podemos lidar com a questão...

Não guardamos segredos de Deus. Confissão não é contar a Deus o que fizemos. Ele já sabe. Confissão é simplesmente concordar com Deus em que nossas atitudes foram erradas...

Como Deus pode curar o que negamos?... Como Deus pode perdoar se não admitimos nossa culpa? Ah, aí está aquela palavra: culpa. Não é isso que evitamos? Culpa. Não é isso que detestamos? Mas a culpa é assim tão ruim? O que a culpa implica senão que conhecemos o certo e o errado, que buscamos ser melhores do que somos... Isso é o que a culpa é: um arrependimento saudável por dizer a Deus uma coisa e fazer outra.”

Deixo vocês com esta visão positiva da culpa, na esperança de que ao admitirmos nossos erros possamos construir uma igreja mais forte e saudável, bibliocêntrica e dentro da vontade de Deus.



Escrito por Priscila Oliveira às 18h36
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Amor incondicional

Esta semana me encontrei criticando um pastor que se divorciara de sua mulher. Minha questão era puramente estatutária, lendo o texto que deveria reger a Igreja Quadrangular em todo o Brasil levantei a questão do porquê determinado pastor não havia sido excluído do ministério. À noite, em minha meditação, relembrei do texto de João 8:3-11, quando os escribas apresentam a Jesus uma mulher pega em flagrante adultério.

A situação era muito similar em sua essência. Os escribas conheciam a lei e a lei havia sido dada por Deus a Moisés. A lei determinava que a mulher devia ser apedrejada e Jesus conhecia a lei – mas seu amor era maior.

Mais uma vez este blog traz como tema a questão que considero crucial no cristianismo: Devemos ser simplesmente como Jesus. E nesta semana mais uma vez me percebi longe deste alvo. Cristo nos amou incondicionalmente – mas eu ainda tenho um longo caminho a percorrer até conseguir amar incondicionalmente muitos ao meu redor.

Paulo fala muito a respeito da lei no livro de Romanos. De todas as suas palavras temos por conveniente lembrar-nos de dois verso: “...pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:23-24 NVI). Sim, pecamos e sim, estamos justificados – não por merecimento nosso, mas por um presente (dom) de Deus. Que pretensão temos então de julgar nossos irmãos?

O mesmo Paulo em Romanos diz: “Portanto, você, que julga os outros é indesculpável; pois está condenando a si mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas.” (Romanos 2:1 NVI). Jesus diz algo parecido nos evangelhos: “Não julgueis para que não sejais julgados.” Mas parece que todos nascemos juízes e não passamos um só dia sem impor algum tipo de julgamento contra alguém.

Deixo para nossa meditação de hoje algumas palavras de Jesus no texto de João mencionado acima:

“Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.”

“Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.”



Escrito por Priscila Oliveira às 21h43
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Sim ou Não

Há algumas semanas conversava com um pastor quadrangular sobre o plebiscito que se realizará no dia 23 de outubro. Ele se dizia impressionado com um email que recebera onde um partidário do NÃO argumentava que proibir a comercialização de armas era como colocar um cartaz na porta de nossa casa dizendo: “Não tenho armas, não vou me defender!”

Minha resposta na ocasião foi objetiva e talvez pouco profunda: “Bom, de certa forma é isso que você diz todo fim de semana no púlpito de sua igreja.” O ministro em questão não pretende votar no NÃO, mas seguindo a corrente de emails não solicitados sobre o assunto que invadiram minha caixa postal nas últimas semanas me espantei com membros antigos do ministério quadrangular defendendo o direito à compra de armas.

Há alguns meses, quando de uma reunião de superintendentes do estado de São Paulo, ouvi surpresa à história de um pastor que após ter sua casa assaltada e sua família ameaçada adquiriu uma arma e anunciou o fato à igreja. Depois de algum tempo, graças ao apelo de outro pastor amigo, ele se desfez da pistola, mas a história nos chama a atenção para uma verdadeira falta de consenso a esse respeito dentro de nosso ministério.

A questão que se coloca diante de nós é: podemos viver o que Cristo ensinou? Já tive uma arma apontada para a minha cabeça e sei que no momento em que estamos indefesos é fácil entregar nossas vidas na mão de Deus, mas será que temos a coragem de entregar a Deus nosso “direito” de defesa como Cristo fez quando estava para ser crucificado (pois diz a palavra que ele poderia ter chamado e anjos viriam defendê-lo)?

Existem dezenas de argumentos contra e a favor da proibição e eu não pretendo listá-los, mas devo dizer que esperava um certo consenso a este respeito no meio evangélico ao menos, já que, por mais que tenhamos diferentes opiniões, temos uma mesma crença. Para meu espanto vejo uma igreja não apenas dividida mas também desinformada e desinteressada.

Faltaram debates, discussões, conscientização. Gasta-se tanto tempo e dinheiro para convencer os fiéis a votarem em determinado político (que possa defender os “interesses” da denominação) e pouco se fala sobre a defesa de um dos pilares do cristianismo: “Não Matarás”.

Sobra-nos apenas a certeza de que Satanás é o príncipe deste mundo e que, qualquer que seja o resultado deste referendo (ou de qualquer eleição ou intervenção política) os fins dos tempos trarão apenas mais violência, corrupção e perversão. Nós não somos deste mundo, nossa pátria é celestial – mas temos o “direito” de ficar por aqui. Algum interessado?

Escrito por Priscila Oliveira às 12h21
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O que eu posso fazer por Jesus?

Um comentário recente deste blog me fez pensar a respeito do que temos feito por Deus. Muito já se foi dito sobre o evangelho fácil pregado hoje nas igrejas (minha pastora uma vez o apelidou de evangelho fast-food) e sobre a atitude egocêntrica dos cristãos contemporâneos, mas é preciso sempre relembrar certos fundamentos que guiam a nossa fé.

Assistia ao filme Batman Begins (não exatamente meu tipo de filme mas...) e em certa cena o personagem principal diz que “não é o que ele é por dentro que o define, mas sim o que ele faz”. A frase me chamou a atenção por contrariar a máxima de que “o que vale é a intenção” e tantos outros pensamentos “politicamente corretos”. Nossa postura como cristãos deve ser um tanto parecida, levamos o nome de Cristo conosco (somos cristãos – pequenos cristos) e nosso objetivo de vida deve ser o de sermos “Simplesmente Como Jesus” (não posso deixar de sugerir aqui o livro com este nome escrito por Max Lucado – Editora CPAD).

Alguns meses atrás eu preguei sobre “O Toque de Cristo” na Igreja do Evangelho Quadrangular - Catedral das Nações, em São Paulo. Baseada no texto em que Cristo toca o leproso antes de curá-lo, argumentei que precisamos tocar as pessoas de forma prática, e não apenas com o evangelho, demonstrando assim nosso amor. Uma folha de papel foi entregue para cada pessoa na igreja e em meu apelo pedi a cada um que se comprometesse por escrito, deixando nome e telefone, em fazer algo por Cristo. No culto da manhã apenas 70 de mais de 300 pessoas deixaram algo escrito, no da noite fora 140 entre mais de 600 pessoas. O cristão de hoje não quer comprometimento.

Em sua biografia a fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular, Aimee Semple McPherson (Aimee Sua Vida, Sua Obra – Editora Quadrangular), conta que na primeira cruzada da qual participou sua ansiedade por trabalhar para Deus era tão grande que ela saiu perguntando a todos os que via: “O que eu posso fazer por Jesus?” Ela começou lavando pratos e terminou pregando. Hoje não é preciso nem ao menos trabalhar com a área social da igreja para logo percebermos que a pergunta do povo é: “O que Jesus e a Igreja podem fazer por mim?” Uma cesta básica, uma cura, uma bênção de qualquer espécie. Nosso egocentrismo é absurdo.

Como pastores e líderes muitos de nós, até mesmo sem perceber, incentivamos essa postura em meio aos membros. Basta um olhar superficial para o teor das campanhas realizadas na maior parte de nossas igrejas para confirmar o que eu digo. A chamada “Teologia da Prosperidade” é um vírus altamente contagioso e perigoso. Outro perigo é a interpretação errônea de livros muito divulgados no meio evangélico, como exemplo “A oração de Jabez” (Editora Mundo Cristão).

Visando a objetividade dos textos deste blog encerro este artigo com um apelo prático a cada leitor: Avalie-se. O que você tem feito por Jesus? Quanto do seu precioso tempo você tem gasto no estudo diário da palavra? Qual foi a última pessoa que você tocou com o toque de Cristo? A última vida impactada por uma ação sua? Minha esperança segue sendo que o tempo gasto por cada um lendo estas linhas não tenha sido em vão.

Escrito por Priscila Oliveira às 20h02
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Sobre este blog

Tenho recebido comentários de pessoas que visitaram o blog mas não deixaram comentários, muitos porque nunca estiveram num blog e não sabem exatamente como fazê-lo. Outro comentário que recebi é de que muitos não tem tempo para acessar o blog e verificar quando os textos são atualizados, daí a idéia de que junto com o blog seria bom se os textos fossem enviados por email, como em uma newsletter.

O resultado disso é que o texto de hoje é puramente educacional e extremamente curto. De início aproveito a oportunidade para deixar meu email para aqueles que quiserem receber os textos em sua caixa postal: priscilacajeron@bol.com.br - É fácil, envie uma mensagem pra mim com seu nome completo e endereço de email e eu estarei incluindo seu endereço em meu catálogo para enviar os textos assim que eles forem publicados na internet. Por favor não cadastre o email de outras pessoas, apenas o seu. Nada mais chato do que receber emails indesejados.

Agora com relação aos comentários. Ao final de cada mensagem na página do blog você encontra algo deste tipo:

Escrito por Priscila Oliveira às 00h58
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Se você clicar com o ponteiro do mouse na primeira frase você poderá ler os comentários que outras pessoas enviaram e enviar seu próprio comentário. Se clicar na segunda frase você poderá enviar aquela mensagem por email para um amigo. Fácil assim.

Em todo o caso aqueles que quiserem podem enviar seu comentário para mim no mesmo email: priscilacajeron@bol.com.br e eu estarei postando os comentários. Peço apenas que enviem seu nome junto com a mensagem, para identificação.

Fico por aqui, agradecendo a todos que gastaram um pouco de seu tempo para participarem conosco desta jornada em busca de cristãos pensantes. Parabéns por ser um deles e até a próxima.



Escrito por Priscila Oliveira às 14h16
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